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A APAE Belém, por meio do Programa de Apoio à Família, promoveu, em alusão ao Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, palestra sobre DPAC.

A Associação dos Pais e Amigos do Excepcionais (APAE) de Belém, por meio do Programa de Apoio à Família, promoveu, em alusão ao Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, palestra sobre DPAC.

Denominado “Vencendo as barreiras do DPAC: um relato de superação e conquistas”, a palestra foi ministrada por Valdice Santos, que é especialista em técnicas de tradução e interpretação de língua de sinais, e especialista em psicopedagogia aplicada.

Além disso, Valdice tem o distúrbio do processamento auditivo, fator que lhe garante compartilhar as vivências, superações e conquistas.

DPAC

O Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC) é um problema auditivo que pode afetar qualquer pessoa, mas, geralmente, é mais comum em crianças. As pessoas que possuem DPAC, não conseguem entender o que ouvem da mesma maneira que as demais. Isso acontece devido uma falha no processamento auditivo central, ou seja, a capacidade que o cérebro tem de processar e interpretar os sons que chegam pelos ouvidos.

A gravidade do problema auditivo é muito variável. Algumas pessoas podem ter mais dificuldades do que outras e os efeitos são agravados por outras condições, como dislexia, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e problemas de fala e linguagem.

É preciso ficar atento aos sintomas do distúrbio do processamento auditivo central que, geralmente, não envolve sinais físicos, e sim características comportamentais como: Dificuldade para entender a fala de outras pessoas; Dificuldade para prestar atenção; Facilidade para se distrair; Dificuldade para seguir instruções; Demora para responder durante conversas orais; Baixo desempenho na fala e linguagem;

Até agora, as causas e fatores de riscos conhecidos para o distúrbio do processamento auditivo central incluem: Hereditariedade; Lesão cerebral, como traumatismo craniano, tumor cerebral ou meningite; Acidente vascular cerebral; Doenças degenerativas, como esclerose múltipla; Exposição a neurotoxinas, por exemplo em casos de envenenamento por chumbo; Infecções crônicas no ouvido; Nascimento prematuro ou com baixo peso.

 

 

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